Usiminas, o “sonhar é preciso” de Sérgio Leite.

 


“Aos 15 anos de idade, quando estava no curso científico, fiz um acordo comigo mesmo e por escrito: o de conduzir a minha vida sempre em busca da felicidade. E hoje, à frente da Usiminas, essa motivação se tornou ainda mais forte. Afinal, a Usiminas é fruto de um sonho e temos de voltar a sonhá-la.”

Foi o que me disse, há quatro anos atrás, em uma entrevista memorável à Revista Ecológico, o seu presidente Sérgio Leite. Nessa época, a Usiminas estava enfrentando seu momento mais turbulento ao longo de 60 anos de sua história, em função de crise financeira por dívidas acumuladas e dificuldades de gestão de caixa.

“Nosso sonho agora é construir o que será a Usiminas em 10 anos, alinhada a este momento vivido pela humanidade, diante do que foi mostrado pela Cúpula do Clima, que nos mobiliza buscar soluções.”

Esta sua declaração foi dada uma semana antes da empresa - que alcançou um lucro de R$ 1,2 bilhões no último trimestre, com o maior volume de vendas desde 2015 - ter assinado o Pacto Global da ONU sobre crescimento sustentável.

Sonhar é preciso.

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