Efeito Cristina



Foto: Marcelo Camargo - Agência Brasil 


Se o eventual ocupante da presidência do Brasil quisesse fazer as pazes com Deus, parando de destruir a natureza, índios, caboclos, rios e peixes. E, assim, se livrar do inferno pós-morte que certamente o espera, ele já tem a receita. Trata-se da sua ministra da Agricultura, Tereza Cristina. Cada dia mais, ela vem sendo admirada não somente pelos seus pares ideológicos, o que seria chover no molhado. Mas por vários ambientalistas e diferentes representantes do meio produtivo e da sociedade civil organizada. Tudo por causa do seu discurso não radical da questão ambiental. Como se fosse ela, e não o contrário, o ministro do Meio Ambiente que o Brasil ainda não tem, e tanto nos isola economicamente do resto do mundo.

Fora da curva
Num evento recente, em Buritis (MG), com a presença de outros seis ministros, realizado pelo Instituto Espinhaço, Tereza Cristina não deixou por menos. Defendeu, como Chico Mendes, o desmatamento zero. Disse que o Brasil tem 100 milhões de hectares de terra já degradados de ex-florestas, matas, campos e cerrados erodidos. E que, portanto, após recuperar ambientalmente e incorporá-los à atividade agropecuária sustentável, faria o país dobrar a sua produção em apenas 20 anos, sem precisar cortar uma só árvore.
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