Missa celebra centenário de Hugo Werneck




Será realizada no próximo domingo, às 10h30, na Paróquia Santa Rita de Cássia
(Rua São Domingos do Prata, 270, bairro São Pedro, Zona Sul de Belo Horizonte)
uma missa em homenagem aos 100 anos de nascimento do “pai do
ambientalismo mineiro”, dr. Hugo Werneck.

Um dos precursores da consciência ecológica na América Latina, ele foi o fundador
do Centro para a Conservação da Natureza, uma das primeiras ONGs do Brasil, e
defensor da criação de importantes áreas verdes de Minas Gerais, como os
parques Nacional da Serra do Cipó e Estadual do Rio Doce.

A Revista Ecológico e o “Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade & Amor à Natureza”foram criados para manter viva a memória do ambientalista. Dr. Hugo nasceu no dia 30 de março e nos deixou em novembro de 2008, aos 89 anos. E acreditava que só o amor, a informação e a educação ambiental poderiam mudar a atitude do ser humano em
relação à natureza que nos resta.

Para rever alguns dos ensinamentos do mestre Hugo Werneck (que amava as borboletas)
ao som de “Metamorfose Ambulante”, de Raul Seixas, assista ao vídeo a seguir:



Os três acertos de MARCELO MATTE

Foto: reprodução / Facebook


Visão de longo alcance. Foi o que demonstrou Marcelo Matte (foto), o novo secretário de Cultura e Turismo do Governo Zema. Além de acertar na recondução apolítica e merecida de Eliane Parreiras à presidência da Fundação Clóvis Salgado (Palácio das Artes), ele anunciou a intenção do Estado de implantar uma linha férrea ligando a Praça da Estação, no coração da capital mineira, ao Inhotim, em Brumadinho. A patrocinadora dessa iniciativa será a Vale, como forma de compensar a tragédia ambiental e antiturística ocorrida no Córrego do Feijão.
Matte foi além. Dentro do “pensar globalmente e agir localmente”, que é o outro nome da sustentabilidade, ele anunciou o fechamento, doravante, do entorno da Praça da Liberdade para o trânsito aos domingos. A ideia é promover atividades culturais abertas ao público. “Não faz sentido” – ele justificou – “uma praça que traz a liberdade no nome estar cheia de cercas”.

A natureza agradece.