Gerdau sustentável



A Ecológico recebeu a visita do diretor de Mineração e Matérias-Primas da Gerdau, Wendel Gomes, acompanhado do jornalista mineiro Pedro Torres, novo titular de Comunicação Corporativa do Grupo. Na pauta interna, o principal desafio é contribuírem na realização de um trabalho capaz de mostrar ao Brasil e ao mundo – incluindo os seus hoje mais de 33 mil colaboradores diretos e indiretos presentes em 10 países – qual o tamanho e onde se situa a diversidade operacional do grupo, acoplado aos seus compromissos de transparência e conformidade.
E na pauta externa, outro desafio para a maior empresa brasileira produtora de aço e maior recicladora da América Latina, na altura do seus 118 anos de história: cumprir o seu compromisso com o Sistema B, por meio do Plano de Certificação B, o mais exigente e disputado selo de inovação e sustentabilidade hoje no planeta. Uma mais sustentável Gerdau, cujas raízes continuam no Sul do país, a sede em São Paulo e o coração em Minas.

As escumilhas de Sergio Tomich

Roxas, lilases, vermelhas ou rosas-choque, os belo-horizontinos agradecem a quantidade de escumilhas africanas (Lagerstroemia speciosa) em flor pelas ruas da capital mineira. Também conhecidas por resedás, extremosas ou árvores-de-júpiter, elas são originárias da Índia e China.
O que pouca gente sabe é que, em BH, essas formosuras da natureza foram plantadas de maneira “subversiva”. Foi durante a administração do prefeito Sérgio Ferrara, logo após a criação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente.
Fugindo à regra de só se plantar árvores conhecidas, como as sibipirunas e flamboyants também em flor nessa época do ano, o biólogo Sergio Tomich (foto), então diretor de Parques e Jardins da PBH, as introduziu à maneira mineira. Sem alarde. E hoje, mais que beleza, as suas escumilhas acabaram virando uma solução junto à fiação elétrica pública. Como são de pequeno porte, elas aguentam poda e respondem com mais flores ainda. Vitória ecológica!