Luto na imprensa mineira


Jornalista Artur Almeida morre aos 57 anos

O jornalista Artur Almeida, 57 anos, morreu na noite desta segunda-feira (24/07) em Portugal, onde passava férias. Informações da família são de que ele teve uma parada cardiorrespiratória, chegou a ser socorrido, mas morreu a caminho do hospital. Ainda não se tem detalhes das causas da morte.

Ele era editor-chefe, apresentador do MGTV 1ª edição e trabalhava na TV Globo Minas há mais de 20 anos. Artur deixa a mulher e três filhas.


Minas Gerais perde um dos seus jornalistas mais importantes, e a Globo Minas perdeu um colega, um amigo, que deixa uma lacuna profissional imensa e, principalmente, uma enorme saudade.


Fonte: G1



Desprendimento de iceberg é "preocupante", dizem cientistas

Imagem de divulgação da Nasa mostra uma das rachaduras na barreira de gelo Larsen C, que se desprendeu na Antártida. Imagem de divulgação/Nasa/EPA/Agência Lusa


Cientistas australianos descreveram nesta quinta-feira (13/07) a ruptura do iceberg de 1 trilhão de toneladas da Antártida como "profundamente preocupante". As informações são da Agência Xinhua.

Estudiosos do Reino Unido confirmaram, na última quarta-feira (12/07) que a enorme barreira de gelo Larsen C, com área de 5,8 mil quilômetros quadrados (área equivalente ao Distrito Federal), separou-se da Antártida entre 10 e 12 de julho.

Trata-se do terceiro episódio na parte Antártida que fica mais próxima da América do Sul, depois que as barreiras de gelo Larsen A e B entraram em colapso em 1995 e 2002, respectivamente.

Nathan Bindoff, chefe do Programa Oceanos e Criosfera do Instituto de Estudos Marinhos e Antárticos (IMAS), disse que a ruptura aceleraria o afinamento do gelo na Antártida, o que significa que mais rupturas são iminentes.

"Os grandes icebergs que se separam das principais barreiras de gelo são um componente crítico da história da Antártida", disse Bindoff em uma declaração nesta quinta-feira.

"As barreiras de gelo reforçam a camada de congelada da Antártida e diminuem a taxa de perda de gelo na região. Portanto, um grande iceberg como este significa que veremos uma aceleração das geleiras aterradas atrás da barreira de gelo Larsen C.

"Surpreendentemente, essa aceleração das geleiras contribuirá para o aumento do nível do mar nos próximos anos. Vimos precisamente esse efeito no nível do mar quando a barreira de gelo Larsen B se separou".

Apesar do colapso ser um processo natural, Ian Simmonds, professor da Faculdade de Ciências da Terra da Universidade de Melbourne, disse que o aquecimento global causado pelo homem acelerou o processo.

"A ruptura deste enorme iceberg da barreira de gelo Larsen C é profundamente preocupante. Isso ocorre após o colapso de uma parte da barreira de gelo Larsen B em fevereiro de 2002", disse Simmonds.

"As causas dessas rupturas são semelhantes. As temperaturas aumentaram drasticamente na região ao longo das últimas décadas. Isso significa que as temperaturas do verão ficam agora geralmente acima do ponto de congelamento, e o derretimento da superfície enfraquece significativamente as barreiras de gelo".


MRV planta mais de 97 mil árvores nos seis primeiros meses de 2017


A MRV Engenharia fechou o primeiro semestre de 2017 com mais de 97 mil árvores plantadas, número que representa 85% da meta de plantio previsto para todo o ano que é de 115 mil mudas. A iniciativa dá sequência ao compromisso da construtora em contribuir com o ambiente e consequentemente com a qualidade de vida das mais de 140 cidades em que a empresa está presente.

A regional Sul foi a que mais se destacou em número de árvores plantadas, somando 22 mil mudas, seguidas pelo Rio de Janeiro, com 18 mil, e Ribeirão Preto, com mais de 17 mil. 

Entre as espécies plantadas no período estão ipês rosa, amarelo, branco e roxo e quaresmeira. “Já faz parte dos processos da MRV a preservação das áreas verdes nativas existentes no entorno dos nossos empreendimentos e a implantação de ambientes mais arborizado. É um trabalho contínuo que vem transformando a realidade das cidades onde estamos presentes”, informou o gestor executivo de Segurança, Saúde e Meio Ambiente (SSMA) da MRV, José Luiz Esteves da Fonseca.

Em quase sete anos da iniciativa, a MRV Engenharia plantou mais de 855 mil árvores. E a preocupação e o cuidado com o meio ambiente não param por aí. Segundo o José Luiz, em todos os locais que receberam as mudas, a construtora seguiu as orientações das diretrizes governamentais e secretarias de meio ambiente, privilegiando o uso de espécies nativas e adequadas ao clima e solo das cidades onde ocorreram os plantios. A MRV também realiza a manutenção de árvores em áreas públicas.