TV Horizonte recebe prêmio de melhor documentário



50ª edição do Prêmio de Comunicação da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)

Nesta sexta-feira (28), a partir das 21h30, a TV Horizonte exibe a 50ª edição do Prêmio de Comunicação da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O evento, que reuniu emissoras católicas de rádio e televisão de todo o país, aconteceu no Santuário Basílica do Divino Pai Eterno, em Trindade (Goiás).

Durante a premiação, o documentário “O Bento – Terra da Gente” foi eleito o melhor da categoria “televisão”, recebendo o troféu Clara de Assis. Estiveram presentes no evento o Diretor Executivo da Rede Catedral, Eduardo Bandeira, e o apresentador e produtor da TV Horizonte, João Eugênio.

“A premiação tem grande importância no reconhecimento do trabalho da nossa equipe e na divulgação da questão ambiental. No ano em que a Campanha da Fraternidade tem como tema ‘Cultivar e Guardar a Criação’, o documentário vem ao encontro da preservação da vida humana e do meio ambiente”, destacou o diretor.

Assista à TV Horizonte pelo canal 22 da NET, 19 UHF ou sintonizando em qualquer parabólica do Brasil. A programação também está disponível, em tempo real, pelo site tvhorizonte.com.br.

O Bento – Terra da Gente


O Bento – Terra da Gente


Um ano após o desastre envolvendo o rompimento da barragem da mineradora Samarco, em Mariana (MG), os moradores afetados continuam sua luta, por meio da fé e da esperança, para superar as consequências que a destruição ambiental causou. É com este propósito que a TV Horizonte lança o documentário “O Bento – Terra da Gente”.

Durante cinco dias, a equipe da Rede Catedral, em parceria com a PUC TV Minas e apoio da Associação Católica de Comunicação (Signis Brasil), visitou a região atingida e ouviu relatos de diferentes moradores que habitavam o distrito de Bento Rodrigues. Com um olhar social sobre a causa, a produção mostrou como a união e a devoção do povo são importantes no processo de reconstrução das vidas.

Confira o documentário na íntegra pelo canal da TV Horizonte no Youtube: 

Adeus, Dr. Verde!


Semana dessas, como de costume, passei na sala do médico otorrinolaringologista João José de Castro, em BH, para uma mais conversa que consulta, de tanto que viramos confidentes ambientais.

Aos 83 anos, ele tinha um sítio em Abaeté (MG), onde lutava há quatro anos junto ao Instituto Estadual de Florestas (IEF) para conseguir duas licenças ambientais. Uma para poder reflorestar o terreno já devastado. E outra para barrar e utilizar, de maneira sustentável, a pouca água que ainda brotava ali.
Passei em vão. Contemporâneo de Apolo Heringer, na Faculdade de Medicina da UFMG, de quem sempre falávamos, o amigo médico das minhas orelhas secas não estava mais. Havia morrido de acidente de trânsito, na véspera do carnaval, indo com a mulher Fabiana e sua filha Júlia para o seu verde particular. Um verde e uma água que ele tentou legalmente preservar. Tudo por culpa da precariedade cada dia pior dos nossos órgãos públicos ambientais. Nossos IEFs, IGAMs, FEAMs e SEMADs que tanto amamos, defendemos e continuam sem condições de chegar a tempo, até o cidadão comum. É de doer o coração e a nossa inteligência.


Obrigado, dr. João, pelas consultas de sabedoria. A natureza te agradece mais ainda pelas quatro mil mudas de árvores que você conseguiu plantar clandestinamente. E esconder do governo, ouvindo este seu paciente subversivo. 

A Terra pede paz!



Segundo acordo temático firmado pela Revista Ecológico com o ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, em Brasília, a 8ª edição do “Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade & Amor à Natureza” - o “Oscar da Ecologia brasileira” 2017 terá como seu homenageado principal, este ano, não apenas uma personalidade, como é tradição. Mas um casal distinto planetariamente na causa que mais deveria preocupar os governantes e ainda pode salvar a humanidade do seu destino em comum.

Trata-se do casal Lélia Warnick e Sebastião Salgado, ambos responsáveis, a exemplo da última publicação “Gênesis”, pelos documentários fotográficos e editoriais mais audaciosos, importantes e esperançosos sobre o estado ambiental do planeta. Retrataram a morte em transe de milhares de pessoas refugiadas da seca na África e a tragédia de Mariana no Rio Doce, o maior e antiecológico acidente já ocorrido na história brasileira.

A data da solenidade da premiação, este ano, teve de ser antecipada, em função do encontro climático mundial , a COP-23,  de 06 a 17 de novembro, em Bonn, na Alemanha: será no dia 26 de outubro, na capital mineira. O anúncio e o regulamento das inscrições e indicações ao 8º Prêmio Hugo Werneck, sob o tema “A Terra pede Paz”, serão lançados virtualmente no dia 22 de abril, instituído pela ONU como o “Dia do Planeta Terra”.

Confira como se inscrever e concorrer à maior, mais amorosa e jornalística premiação ambiental do Brasil acessando o site www.premiohugowerneck.com.br

Estado aposta na conscientização para acabar com furto de espécies nativas da flora botânica




Furto de espécies nativas na Serra do Rola Moça

Governo de Minas Gerais recomenda à população que seja parceira da ação e denuncie o comércio ilegal


O Parque Estadual da Serra do Rola-Moça é um cenário de 4 mil hectares para ser contemplado e admirado, sem intervenções bruscas do homem. Entretanto, a extensa área verde, que encanta com o seu relevo acidentado, enfrenta um grande problema: o furto constante de espécies nativas da flora botânica, como orquídea, canela-de-ema, entre outras.

Para enfrentar a questão, o Governo de Minas Gerais, por meio do Instituto Estadual de Florestas (IEF) e Polícia Militar do Meio Ambiente, aposta na conscientização da sociedade pela educação e informação, bem como estimulando a denúncia pelo telefone 155 para por fim a essa prática criminosa.

A unidade de conservação, localizada a 25 km do centro da capital, foi criada em 1994 e abrange parte dos municípios de Belo Horizonte, Nova Lima, Ibirité e Brumadinho. Ela possui seis mananciais de captação de água para abastecimento da Região Metropolitana e recebeu 83.813 visitantes, em 2016. 

O parque é um divisor de água das bacias hidrográficas dos rios das Velhas e Paraopeba, afluentes do Rio São Francisco, e abriga a nascente do Ribeirão Arrudas.

É o terceiro maior parque de área urbana do Brasil e um dos 25 hotspots do mundo, que são áreas de elevada riqueza natural de biodiversidade, mas que passam por um processo de degradação. Os estudiosos definem como lugares do planeta onde a conservação de suas feições naturais se faz mais urgente, tamanha a importância e características.


Apreensão de plantas nativas

Segundo o gerente do Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, biólogo Marcus Vinicius de Freitas, o furto de espécies nativas é constante, sobretudo nessa época em que elas estão floridas e despertam mais a atenção dos interessados em adquiri-las.

Freitas alerta as pessoas a não comprarem as plantas originárias do parque, pois elas não sobreviverão fora daquele ambiente, que tem os chamados campos ferruginosos ou placas formadas somente ali. “Além do crime ambiental nesse santuário de espécies, a retirada pode ser uma profanação desse santuário”, lamenta.

De acordo com o levantamento da direção do Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, no mês de março foram cinco apreensões que totalizaram 287 plantas entre orquídeas, canelas-de-ema e arnica, que é medicinal.
“Todas elas são raras, endêmicas e carregam particularidades do quadrilátero ferrífero; a canela-de-ema, por exemplo, cresce apenas um centímetro por ano”, explica o biólogo. As apreensões foram feitas após denúncias e houve colaboração entre os vigias motorizados do próprio parque e a Polícia Militar do Meio Ambiente.

Tudo o que tem sido recolhido é entregue à administração da unidade que se encarrega de replantá-las, sendo que boa parte sobrevive, outras não, por causa dos danos ocorridos na retirada.

“A sociedade tem de se conscientizar de que espécies da mata nativa -- independente de ser ou não uma unidade de conservação -- não podem ser retiradas do seu habitat. Acreditamos nisso e fazemos também palestras em escolas e em grupos”, observou Freitas.


Polícia alerta como age o infrator


De acordo com o tenente Renato Sena Farias, do 3º Pelotão da Companhia Independente de Polícia do Meio Ambiente, de Nova Lima, a maioria dos infratores que agem no Parque da Serra do Rola-Moça é reincidente e usuário de droga, vendendo as plantas para alimentar o vício. Quando a PM prende em flagrante, os criminosos são enquadrados na Lei de Crimes Ambientais (9.605/98).

O policial ressaltou que as operações aumentaram, assim como as apreensões, utilizando um serviço de inteligência e colaboração. “No ano passado inteiro foram presas apenas quatro pessoas, enquanto nos primeiros três meses deste ano já foram seis”, revela tenente Sena. Quando realizada a prisão é lavrado Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO) e aplicada multa.

Para tenente Sena, o ideal é ficar atento a plantas bonitas e exóticas sendo comercializadas muito baratas, sem nota fiscal e armazenadas em caixas de papelão, sem o devido tratamento e embalagem que recebem nas floriculturas. Em alguns pontos já foram encontrados produtos nas margens da BR-040, Feira de Flores na avenida Carandaí e Feira do Colégio Arnaldo.


A polícia lembra que as pessoas desavisadas acham que estão comprando planta de origem lícita, mas podem ser enquadradas em crimes de receptação, por isso antes de avançar na compra deve-se perguntar se tem nota fiscal. Caso contrário e se houver evidências de que seja planta retirada de mata nativa, o caminho natural é chamar a Polícia Militar do Meio Ambiente.

Imagens: Arquivo/Parque Estadual da Serra do Rola-Moça
Redação: Governo de Minas

Bons exemplos 2017


A ambientalista Maria Dalce Ricas, superintendente da Associação Mineira de Defesa do Ambiente (Amda), e o empresário Alexandre Poni, presidente da Associação Mineira de Supermercados (Amis), encabeçam a lista das personalidades vencedoras da edição 2017 do “Prêmio Bom Exemplo”, da TV Globo Minas.

Além de ambientalista histórica e, literalmente, “apagadora” de incêndios florestais em nossas montanhas, Dalce é integrante do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam), articulista e conselheira editorial da Revista Ecológico. Coube a ela, durante anos, a criação, gestão e divulgação, sempre no Dia Mundial do Meio Ambiente, da famosa e temida “Lista Suja” das empresas mais poluidoras do Estado. A lista foi um divisor de águas para a consciência ambiental no meio empresarial.

Já Alexandre Poni é o vencedor na categoria “Economia e Desenvolvimento”, por ter aberto as portas das grandes redes de supermercados para pequenos empreendedores, agricultores familiares e artesãos. Criador e diretor da Rede Verdemar de Supermercados, hoje o maior exemplo de sustentabilidade do setor, ele foi o primeiro empresário a receber, em 2010, o “Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade & Amor à Natureza” na categoria “Melhor Empresa”. E, em parceria, já há dois anos, distribuir a Ecológico aos seus clientes.


Parabéns verdes! 

Angelo Honorário


Divulgação
No último dia 10, o professor Angelo Machado recebeu o título de “Biólogo Honorário” do Conselho Federal de Biologia (CFBio) por sua contribuição à sociedade em diferentes campos das ciências biológicas. Aos 83 anos, Angelo, que também é médico, entomólogo e escritor, foi homenageado em 2010 como “Personalidade do Ano”, na primeira edição do “Prêmio Hugo Werneck”.

Mais que merecido!  

Novo nome



Divulgação
Diante da mudança em prol de um modelo mais privativo e não mais de ingerência política prevista para a Vale, a partir de maio próximo, com a saída de Murilo Ferreira, um nome técnico já vem sendo ventilado nas bancas de aposta. Trata-se do geólogo e engenheiro de Minas Carlos Gonzalez, quem primeiro destravou e deixou irreversível o Minas-Rio, hoje da Anglo American, o segundo maior projeto de mineração em execução no país. Ao longo de 12 anos, Gonzalez foi COO (Chief Operating Officer) e diretor de Expansão da Vale durante a bem-sucedida implantação do Projeto Carajás, no Pará. 

Mudanças minerais



Formado em Economia e pós-graduado em Planejamento do Setor Público, o executivo Walter Batista Alvarenga, que já ocupava interinamente o cargo desde novembro de 2016, é o novo presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). Já tendo ocupado vários cargos no governo federal, ele substitui Fernando Coura, que não conseguiu se desligar totalmente da pasta para a qual tanto trabalhou em Brasília, diante da pouca presença política de Minas. Por isso, Coura também se tornou, pela primeira vez na história do órgão, seu presidente de honra. O que valeu a saudação de Clovis Torres Júnior, presidente do Conselho Diretor do Ibram e diretor-executivo da Vale:  “A eleição de Walter Alvarenga, em conjunto com Coura, indica continuidade das ações e, também, a realização de um trabalho de representatividade da indústria mineral”.

O Sindiextra e Dom Silvério agradecem!


Ponto Terra promove ciclo de palestras sobre licenciamento ambiental


evento sobre licenciamento ambiental em BH
No próximo dia 31 de março, em comemoração aos 17 anos da Ponto Terra, acontece no auditório do CREA/MG, em Belo Horizonte, o ciclo de palestras “Licenciamento Ambiental”.

O evento será gratuito e tem o objetivo de promover a discussão sobre o Licenciamento ambiental nas esferas municipal, estadual e federal. Na ocasião, serão realizadas apresentações com especialistas nos âmbitos do poder público, privado e das instituições acadêmicas.

Na esfera federal, o Ciclo de Palestras deve contar com a presença do Ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho. Já a esfera estadual será representada por Jairo Isaac, Secretário Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e por Germano Luiz Gomes Vieira, Secretário Adjunto.

Para fortalecer os atuantes da área em Belo Horizonte, foram convidados 4 participantes de peso que discutirão o Licenciamento Ambiental. São eles: Sérgio Myssior (Arquiteto e Urbanista), Ariadne Lima (Especialista em Direito Ambiental), Lucas Gariglio (Engenheiro Sanitarista), Osias Baptista (Consultor).

A mediação da mesa Licenciamento Ambiental Municipal será feita pelo presidente da Ponto Terra,  Ronaldo Vasconcellos.



Programação:
08h30 – Credenciamento
9h – Abertura
12h30 – Encerramento

Serviço
Data: 31 de março de 2017
Horário: 8h30 às 12h30
Local: Auditório do CREA/MG – Rua Álvares Cabral, 1600, bairro Santo Agostinho (próximo à ALMG – Belo Horizonte/MG

Inscrições e informações: (31) 3275-3929 ou pontoterra@pontoterra.org.br

Consumo de magnésio ajuda a combater a depressão




Recente pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde(OMS) revelou que o Brasil tem a maior taxa de pessoas com depressão na América Latina, e uma média, que supera os índices mundiais. Os dados publicados apontam que 5,8% da população nacional seja afetada pela doença.

O acompanhamento médico é fundamental, mas estudos apontam também que determinadas vitaminas e minerais podem ajudar no combate à depressão.

Dentre eles, o magnésio se destaca. O mineral é um regulador do sistema nervoso que previne a insônia, a ansiedade, a hiperatividade, o estresse e a depressão. 

O magnésio pode ser encontrado nos seguintes alimentos: frutas como uva, banana e abacate; grãos e derivados como a granola, gérmen de trigo e aveia; sementes e nozes como gergelim, amendoim, girassol castanha e amendoim, além de leite, soja, grão de bico, pão, peixes, batata, beterraba, couve e espinafre.

Consumidor deve ficar atento à economia de energia com o fim do horário de verão



Para evitar gastos excessivos, é importante saber a potência dos equipamentos e o tempo de uso de cada um deles

Com o fim do horário de verão no último fim de semana, a Cemig destaca que seus consumidores devem continuar economizando. São situações simples que, se colocadas em prática de forma rotineira pela população, podem reduzir o valor da conta de energia e utilizar melhor a água dos reservatórios. 

Para evitar gastos excessivos que podem pesar no bolso, é importante saber que o consumo de energia elétrica depende de duas principais variáveis: a potência dos equipamentos e o tempo de uso de cada um deles. Logo, abrir diversas vezes a porta da geladeira, tomar banhos demorados ou manter o ar-condicionado ligado em ambientes abertos podem aumentar o consumo.

O engenheiro de Soluções Energéticas da Cemig, Luciano Barreto, destaca que se cada consumidor economizar, mensalmente, o mínimo que seja, os benefícios para o meio ambiente serão imensos. 

“A Cemig possui hoje 8,2 milhões de clientes. Considerando que a média de gasto mensal por residência é de 120 quilowatt-hora (kWh), se cada residência reduzir 1 kWh por mês serão 8,2 milhões de kWh economizados no estado. O suficiente para atender uma cidade de mais 250 mil habitantes por mês. Todo mundo ganha e a natureza agradece”, comenta.

Dicas importantes:

Geladeira: evitar guardar objetos quentes dentro da geladeira e realizar a manutenção das borrachas da porta, caso necessário. Limpar e fazer o degelo periodicamente como recomenda o fabricante é outra medida que ajuda a diminuir o consumo de energia. O excesso de gelo e a disposição de alimentos ainda quentes no interior da geladeira forçam o equipamento e elevam o consumo de eletricidade.

Stand by: aparelhos em stand-by também são responsáveis por gastos desnecessários de energia. A orientação é de que os aparelhos sejam desligados, caso não estejam em uso constante. Micro-ondas, máquinas de lavar e televisores (caso exista mais de um na residência), podem permanecer desconectados das tomadas ajudando na redução do consumo.

Iluminação: uma lâmpada fluorescente compacta economiza 75% em comparação a uma lâmpada incandescente de luminosidade equivalente. Se a opção for por uma lâmpada de LED, essa economia sobe para 85%.

Simulador de consumo
Se o cliente da Cemig desejar obter uma estimativa do consumo elétrico da sua residência, saiba que é possível realizar o cálculo no site da empresa. O simulador online disponibiliza uma lista de aparelhos eletroeletrônicos variados e solicita o preenchimento de campos com informações referentes a quantidade, potência, dias de uso dos aparelhos e tempo de uso por dia.

Texto extraído do site do Governo de Minas


Rádio 100% meio ambiente


Rádio com notícias sobre meio ambiente
Ouvir uma rádio que toca música de qualidade e ainda deixa o ouvinte por dentro das últimas notícias relacionadas à área ambiental. Essa é a proposta da Rádio Web Ponto Terra, inaugurada em novembro e cujo slogan é “100% meio ambiente”. A emissora é uma iniciativa da ONG Ponto Terra, dirigida pelo presidente do Partido Verde (PV) de Minas Gerais, Ronaldo Vasconcellos. O político que tem uma sólida experiência na área ambiental é um dos apresentadores do canal que possui 24 horas de programação. A emissora pode ser acessada pelo link www.radioponterra.16mb.com, e também está disponível para celulares e tablets no Google Play e na Apple Store por meio do aplicativo iRádios.

O grito infinito da natureza x Donald Trump

“O grito”,  de Edvard Munch, e o “não escutar” do novo governo americano: desespero existencial

Fazendo par com a “Mona Lisa” de Leonardo da Vinci, com status de ícone cultural, o célebre quadro “O Grito” é uma das obras mais importantes do movimento artístico expressionista. Pintado em 1893 pelo norueguês Edvard Munch, ele representa uma figura andrógina num momento de profunda angústia e desespero existencial. O plano de fundo é a doca de Oslofjord, em Oslo, ao pôr do sol.

A fonte de inspiração do artista, filho de um pai controlador, foi a sua própria vida pessoal, com conflitos internos de toda ordem. Quando criança, viu sua mãe e sua irmã morrerem. Outra irmã foi internada em hospital psiquiátrico. E por aí afora, tal como ele descreveu sobre o seu famoso e intrigante quadro:
“Passeava com dois amigos ao pôr do sol. O céu ficou de súbito vermelho-sangue. Eu parei, exausto, e inclinei-me sobre a mureta. Havia sangue e línguas de fogo sobre o azul escuro do fjord e sobre a cidade. Os meus amigos continuaram, mas eu fiquei ali a tremer de ansiedade. Foi quando senti o grito infinito da Natureza” .

Foi nesta obra que a Revista Ecológico buscou inspiração visual para produzir a reportagem de capa desta edição, sobre o que a humanidade pode esperar do novo presidente da segunda potência mais poluidora do planeta.
Edvard Munch não está aqui para se defender. Mas, a partir da nossa realidade planetária, do sistema solar conhecido, não existe o grito infinito da natureza. Mas, sim, o seu grito finito, vide que a extinção da vida e de qualquer ser vivo, incluindo nós no final da pirâmide, é para sempre! Coisa que a maioria dos nossos políticos, tal como Trump, não consegue entender. Aceitar, enfim, que o planeta sobrevive sem nós, e não o contrário. Que quem tem de ser salvo primeiro, nesta ordem, é a Terra e não o ser humano.

É muito para a nossa arrogância?

O filme “Trump” já começou. Mas o the end pode ser mudado.

Ainda!

Silêncio nos hospícios. Morreu Antonio Simone


Antonio Simone
Morreu no último dia 27 de janeiro, em BH, aos 67 anos, de infarto do miocárdio, o médico psiquiatra Antonio Soares Simone. Foi ele quem liderou, nos anos 1980, a revolta psiquiátrica que pôs fim aos manicômios públicos em Minas Gerais. À frente da Associação Mineira de Saúde Mental, foi ele também quem trouxe ao Brasil o seu colega italiano Franco Basaglia, autor de uma lei que proibiu a construção de novos hospícios naquele país. Em 1979, após visitar o Hospital-Colônia de Barbacena  - acompanhado de Simone – Basaglia declarou à imprensa que o que viu ali, a exemplo também dos hospitais Galba Veloso e Raul Soares, não eram casas de saúde, mas “verdadeiros campos de concentração nazistas”. E que todas as pessoas que trabalhavam nesses hospícios, sem exceção, desde os atendentes até seus diretores, “exerciam os papéis de carcereiros e torturadores”.  

Acusado de subversivo, na época, por fazer esta mesma denúncia antes da vinda de Basaglia, Antonio Simone chegou a ter o seu diploma ameaçado de ser cassado pelo Conselho Regional de Medicina. Portador de diabetes, que muito o debilitou, sua última aparição pública aconteceu em maio de 2016. Foi durante a estreia da peça “Nos Porões da Loucura” (baseada no livro homônimo que lancei e tem prefácio escrito por Simone), em um lotado Grande Teatro Sesc Palladium, na capital mineira.

Ao ser citado, ele foi carinhosamente aplaudido pela plateia. Graças à sua subversão, a exemplo de outras lideranças do movimento, como o psiquiatra Jairo Toledo, que coordenou “in loco” o processo da mudança;  e o cineasta Helvécio Ratton, autor do filme “Em Nome da Razão”, não existe mais o antigo “Colônia” de Barbacena. Foi ali, no maior e mais desumano hospício do Brasil, construído em 1903, que 60 mil pessoas morreram de abandono e maus-tratos, 75% delas – o que foi comprovado depois – sem quaisquer transtornos mentais. Grande Simone!


Bicho-homem


Fome e miséria no Brasil
É de doer o coração. Todo o dia, antes do sol nascer, um homem magro e barbudo, aparentando uns 50 anos de muito desamor e sofrimento, deixa a Favela Acaba Mundo. É onde ele parece morar, encravado na franja divisória do bairro Mangabeiras e a Serra do Curral, eleita o cartão-postal natural da capital mineira.
Como de costume, ele ladeia a Praça JK, uma das mais belas áreas verdes da cidade, mantida pelo Sicepot. Cumprimenta humildemente as pessoas que madrugam em caminhadas, como eu. E com o rosto inchado e os olhos miúdos, em brasa de tão vermelhos, sobe a Avenida Bandeirantes até uma lixeira pública.
Com vários compartimentos, essa lixeira fica em frente a um posto de gasolina na esquina com a Praça Alaska. Lá, noite adentro, funcionam dois barzinhos que, ao fechar as portas, já recolhem e depositam os seus lixos em volumosos sacos plásticos. É ali que esse homem, mesmo não sendo um morador de rua, faz o seu lanche. Publicamente.
Não apenas o seu desjejum de sobrevivência. Mais, tudo leva a crer, de sua família também, ao voltar para casa. Ao acabar de comer ou beber o necessário que encontra na lixeira, às vezes dividindo com algum companheiro eventual, ele faz a sua sacola doméstica e familiar de resíduos. E com o mesmo sorriso humilde de sempre, refaz o caminho de volta, nos lembrando o personagem triste do célebre poema “O Bicho”, de Manuel Bandeira.
Publicado em 1947, portanto, a quase meio século e meio, infelizmente ele também é atual. Diz respeito à mesma tragédia em curso, vivida por outros mais de 12 milhões de brasileiros hoje sem emprego e desesperados no país, vítimas do nosso histórico desmazelo político:

“Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.”

Faber-Castell convida escolas e ONGs de todo o Brasil para participar da “Faxina dos Armários”


Campanha para reciclar material escolar em 2017
De fevereiro a maio, campanha arrecada materiais de escrita para reciclagem e doações para entidades carentes

São Paulo – Com o início do ano letivo, estudantes de todo o país substituem parte do material escolar por novos, e os usados, acabam tendo como destino o lixo. Para incentivar uma cultura sustentável e preocupada com o descarte correto dos resíduos de instrumentos de escrita, a Faber-Castell, em parceria com a TerraCycle, promove pelo quinto ano consecutivo a campanha “Faxina nos Armários”.

O objetivo da ação é mobilizar o maior número de pessoas como crianças, pais, amigos, professores e demais interessados a recolher o máximo possível de utensílios de escrita a exemplo de lápis, lapiseiras, canetas, canetinhas, borrachas, apontadores, marca textos, marcadores permanentes e marcadores para quadro branco, quebrados ou em desuso, independente da marca.

A campanha é realizada de fevereiro a maio e ela reflete o empenho da Faber-Castell em conscientizar a população sobre a importância de preservar o meio ambiente. Ao final da ação, os dez participantes que enviarem o maior número de itens à TerraCycle serão premiados. Somente no ano passado, o programa mobilizou a coleta de mais de 230 mil instrumentos de escrita, o que ressalta o engajamento dos consumidores pelas causas sociais como o consumo consciente.

Para participar da campanha é fácil: basta se inscrever no Programa Nacional de Reciclagem de Instrumentos de Escrita Faber-Castell pelo site da TerraCycle (http://www.terracycle.com.br/pt-BR/brigades/brigada-de-instrumentos-de-escrita-faber-castell.html). Alunos, pais, professores e demais interessados devem reunir os materiais de escrita e levá-los para suas escolas no início do ano escolar. Importante: Somente os materiais recebidos dentro do período de duração de “Faxina nos Armários” - 1° de fevereiro a 31 de maio de 2017 – concorrerão às premiações. Assim, para garantir a participação, os interessados devem observar o prazo de 4 a 5 semanas - contados da data de postagem – para o recebimento da remessa pela TerraCycle.

O programa permanece vigente mesmo após o término da ação, com a pontuação regular de R$ 0,02 por unidade (12gr).

Sobre a Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell

A Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell é um programa permanente de coleta e reciclagem de materiais de escrita, com o objetivo de oferecer uma destinação ambientalmente correta a esses resíduos. Qualquer um pode participar, bastando se cadastrar no site TerraCycle, juntar os produtos, independente da marca, e enviar pelo correio. Quem se cadastra pode formar um time de coleta com outras pessoas em casa, na empresa, na escola, condomínio ou com um grupo de amigos. Para cada 12 gramas de resíduos - o que equivale ao peso médio de um lápis ou uma caneta - são doados R$0,02 para uma escola ou organização sem fins lucrativos, conforme a escolha dos próprios times. Além de a participação ser inteiramente gratuita, as brigadas são uma excelente oportunidade de arrecadar fundos para as escolas, incentivar a coleta de resíduos e a prática da educação ambiental na sala de aula.


Acordo para destinação de resíduos beneficia indústrias moveleiras de Uberaba


Sindicado firma parceria com prestadores de serviço e aterro sanitário e consegue reduzir custos para associados

O Sindicato das Indústrias da Marcenaria, Carpintaria e Serraria de Uberaba (Sindmov) firmou uma parceria com empresas de destinação final de resíduos sólidos, com o objetivo de reduzir custos e incentivar o descarte correto para indústrias do setor. Depois de realizar um diagnóstico para identificar a maneira mais adequada ambientalmente para a disposição dos rejeitos, o Sindmov promoveu rodadas de negócios tanto com companhias de transporte de resíduos como com o aterro sanitário da cidade, e conseguiu diminuir em 51% o preço final dos serviços para as empresas associadas à entidade.
A iniciativa ficou em terceiro lugar na categoria Defesa Setorial do 1º Prêmio Melhores Práticas Sindicais da FIEMG. O Prêmio elegeu as mais inovadoras ações de cada estado nas categorias “comunicação, relacionamento com o associado e programas de associativismo”, “negociação coletiva” e “defesa setorial”.
O setor moveleiro utiliza como matéria-prima MDF (Medium Density Fiberboard) e MDP (Medium Density Particleboard), materiais produzidos com aglutinação de pedaços de madeira e que podem conter produtos inadequados à geração de energia pela emissão de poluentes atmosféricos.
O estudo elaborado pelo Sindmov comprovou que a disposição final adequada dos resíduos seria em aterro sanitário, o que deu origem à ideia de negociação com os prestadores desses serviços.


Fonte: Site Fiemg

“Nos porões da loucura” tem duas apresentações na Campanha de Popularização do Teatro 2017



Campanha de Popularização do Teatro 2017

Nos dias 28 e 29 de janeiro, às 21 horas e 19 horas, respectivamente, no Grande Teatro do Sesc Palladium, volta em cartaz “Nos Porões daLoucura”, o espetáculo que mais teve lotação de público ano passado. Baseado no livro/denúncia homônimo de Hiram Firmino, a peça esteve em cartaz na capital em maio e julho de 2016 e foi convidada para participar dos festivais Artes Vertentes, em Tiradentes e no Festival Nacional de Teatro de Vitória, no segundo semestre do ano passado.

O Hospital-Colônia, localizado em Barbacena, é revivido no palco por nove atores, onde várias cenas demonstram o cotidiano dos pacientes, funcionários e médicos. As famílias dos pacientes expõem seus conflitos e interesses frente às internações. As causas sociológicas, econômicas e políticas demonstram que a maior parte daqueles que foram mandados para lá não possuíam quaisquer distúrbios mentais. A venda de corpos para as faculdades de medicina, o trabalho escravo, os eletrochoques como punição, o capim como cama nos corredores e as péssimas condições de higiene e alimentação constróem o horror desse que foi considerado “o holocausto brasileiro”.  Em menos de um século de funcionamento mais de 60 mil pessoas morreram na Instituição.

Essa não é uma peça sobre a loucura: é uma peça sobre a dignidade humana. O diretor Luiz Paixão trabalha em duas esferas de interpretação. Nas cenas que retratam os pacientes há uma aproximação da plateia, valendo-se da pesquisa iconográfica e de campo, já que houve um contato direto com os pacientes e a equipe do Instituto Raul Soares. Nas cenas externas, o distanciamento brechtiano ganha força estética e política.

A trilha sonora original de Marcus Viana cria o clima de solidão e cansaço, com a poesia de quem sobrevive no desespero da luta cotidiana. O figurino de Ronaldo Fraga reconstrói o famoso uniforme "azulão", com traços dos personagens externos sobre as roupas que foram pesquisadas em fotos da época. O pátio é o cenário claustrofóbico de Décio Noviello.
O espetáculo foi criado a partir da série de reportagens realizadas por Hiram Firmino em 1979, no Jornal Estado de Minas, vencedora do “Prêmio Esso de Jornalismo”. Foi a primeira vez que um repórter entrou e retratou a realidade dos hospitais psiquiátricos de Minas Gerais, além do inferno de Barbacena. A série foi um marco na luta antimanicomial e até hoje é reconhecida pela sua importância história e pelo impacto da escrita direta e sincera do jornalista.
Para fotos do espetáculo, teasers, vídeos e outros, acesse o site www.nosporoesdaloucura.com.br

Sinopse
Baseado no livro homônimo de Hiram Firmino, conta a trajetória do Hospital Psiquiátrico de Barbacena, onde cerca de 60 mil pessoas morreram desde a sua fundação, em 1903. Os pacientes, funcionários, famílias e sociedade são retratados em cenas. O pátio do Colônia, destino de tantos excluídos, testemunhou distintas histórias de lutas, sofrimentos, abandonos, solidariedade e esperança, transforma-se em cenário para a trama. A dignidade humana ganha status de luxo e o básico, negado ao ser humano. A reconstrução da história pela arte assegura a metodologia do espanto frente a dor do semelhante. Por uma sociedade sem manicômios.

Serviço
Nos porões da loucura
 Datas: 28 de janeiro, sábado, as 21 horas e 29 de janeiro, domingo, às 19 horas
Local: Sesc Palladium
Preço promocional nos postos do Sinparc e no site www.vaaoteatromg.com.br
Site do espetáculo: www.nosporoesdalocura.com.br
Espetáculo integrante da 43ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança de MG

Campanha de Popularização do Teatro 2017
Ficha técnica

Baseado no livro homônimo de Hiram Firmino
Dramaturgia, direção e iluminação de Luiz Paixão
Produção, direção de arte e comunicação de Ana Gusmão
Figurino de Ronaldo Fraga
Trilha sonora original de Marcus Viana
Cenário de Décio Noviello
Elenco: Alberto Tinim, Anaís Della Croce, Antônio Rodrigues, Carlos Henrique, Luiz Gomide, Marco Túlio Zerlotini, Mariana Bizzotto, Meibe Rodrigues e Nanda Freitas.
Duração: 75 min
Classificação indicativa: 16 anos


Assessoria de imprensa: Ana Gusmão
(031) 99614-7097
ana_gusmao@hotmail.com e anagusmao27@gmail.com



Rádio e meio ambiente

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