MRV nota 10


Segundo Eduardo Fischer, 
a produtividade da mão de obra 
cresceu 15% com os cursos
Com o “Projeto Escola Nota 10”, a construtora MRV conquistou o “Prêmio Mérito Ambiental”, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na categoria “Responsabilidade Ambiental”. A iniciativa, que tem levado cursos de alfabetização e de capacitação aos operários da empresa em todo o país, foi implementada em mais de 150 escolas dentro dos canteiros de obras em 75 cidades brasileiras. Mais de três mil operários foram alfabetizados até agora. “O prêmio vem coroar um trabalho educacional que realizamos há quatro anos. É um importante reconhecimento para as equipes de engenharia comprometidas com esta iniciativa e para o Instituto MRV, que tem apoiado o projeto”, ressalta Eduardo Fischer, presidente da MRV e do instituto.

Os operários participam dos cursos no início da jornada de trabalho e, segundo Fischer, o resultado da iniciativa vem trazendo bons resultados: “A melhoria contínua dos processos construtivos e os investimentos constantes em educação, treinamento e qualificação da nossa mão de obra contribuíram para um ganho de produtividade de 15% nos últimos três anos”.

Imagem: Gláucia Rodrigues

FAS premiada


JORGE Sampaio e Marcelo Rebelo (respectivamente, 
ex e atual presidente de Portugal), 
Virgílio Viana, superintendente da FAS, e Artur Santos, 
presidente da Fundação Calouste Gulbenkian
O “Programa de Monitoramento Participativo do Programa Bolsa Floresta”, da Fundação Amazonas Sustentável (FAS), desenvolvido desde 2011 em parceria com o Instituto do Homem e Meio Ambiente (Imazon), foi um dos vencedores do “Prêmio Gestão Ambiental no Bioma Amazônia”, concedido pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam).
Mas esta não foi a única conquista da entidade este ano: dirigida pelo ambientalista

Virgílio Viana, ela também foi a grande vencedora do “Prêmio Calouste Gulbenkian”, em reconhecimento ao trabalho de defesa e valorização da Floresta Amazônica, promovendo o desenvolvimento sustentável, a conservação ambiental e a melhoria da qualidade de vida das comunidades ribeirinhas no estado do Amazonas. No valor de 250 mil euros, o prêmio foi entregue em Lisboa, com as presenças do presidente de Portugal, Marcelo Rebelo, do superintendente-geral da FAS, Virgílio Viana, e do presidente da Fundação Gulbenkian, Artur Santos Silva. O dinheiro será destinado a projetos sustentáveis realizados com comunidades do bioma.

Imagem: Márcia Lessa

Csul investe


O estudo segue orientações da Supram e terá informações sobre
hidrologia e potencial hídrico da região do empreendimento da CSul
Ciente da necessidade de entender melhor a estrutura geológica e hidrológica do entorno de seu empreendimento-modelo em Nova Lima, na Grande BH, a CSul Desenvolvimento Urbano contratou a MDGEO, empresa de consultoria especializada em hidrologia, para desenvolver estudos permanentes e buscar novas tecnologias que possam ser adotadas para o uso racional das águas e a sua preservação. As ações, seguindo orientações dos técnicos da Supram, serão iniciadas neste semestre.
Segundo o superintendente da CSul, Waldir Salvador, as novas análises serão uma evolução do conhecimento atual e auxiliarão na identificação de fontes potenciais capazes de atender à demanda futura de abastecimento hídrico, atuando pontualmente e sem trazer prejuízos ao meio ambiente e à região.

A proposta prevê a adoção de um modelo em que será possível realizar a simulação de cenários futuros na região do empreendimento, avaliar e quantificar a influência da demanda gerada nos recursos hídricos locais. Para o acompanhamento periódico, uma rede composta por poços tubulares profundos, poços rasos, piezômetros, estações fluviométricas, estação de monitoramento pluviométrico e vertedores será construída para realizar a compilação, transmissão e armazenamento de dados. A coleta destes e o escopo com os resultados apurados, e que serão utilizados para o andamento das ações, deverá ser entregue até 2018.

Em 2013, Apolo Heringer Lisboa foi eleito “Personalidade do Ano” pelo "Prêmio Hugo Werneck"



O médico e fundador do projeto Manuelzão, da UFMG, é polêmico, messiânico e pacifista. Sua canção preferida é “Imagine”, de John Lennon. Seu sonho é a mudança total de mentalidade do ser humano. À frente de um projeto político de mobilização e transformação social, já protagonizou muitas vitórias para o meio ambiente. Em 2001, conseguiu que o governo do Estado construísse a primeira ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) da capital mineira. Hoje, 12 anos depois, 65% dos efluentes da região metropolitana de Belo Horizonte são tratados. Graças à sua luta e visão ecossistêmica da saúde humana, a partir da revitalização dos cursos d’água, algumas espécies de peixes do Velho Chico já são encontradas em até 400 km pelo Rio das Velhas, de Pirapora até as suas nascentes, em Ouro Preto. Até dourado já foi visto, a 80 km de Beagá.

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Imagem: Reprodução

Instituto Kairós: conheça a história dos vencedores do Prêmio Hugo Werneck

Em 2014, o Instituto Kairós foi eleito pelo Prêmio Hugo Werneck como “Melhor Exemplo do Terceiro Setor”. Fundado há mais de 12 anos e localizado no distrito de São Sebastião das Águas Claras (Macacos), na região da Grande BH, o projeto tem como missão gerar e transferir tecnologias sociais orientadas ao desenvolvimento humano. Entre as ações realizadas está a formação da farmácia viva comunitária que reúne as práticas tradicionais das raizeiras e benzedeiras locais.
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