Papéis invertidos e somados


Uma das primeiras providências tomadas pelo novo secretário de Cultura de Minas, Angelo Oswaldo, foi reunir o prefeito de Tiradentes, Ralph Justino, e a presidente da Copasa, Sinara Meirelles, para resolverem um desafio antigo e sempre adiado pelos governos anteriores: despoluir, tratar e salvar o Rio São José, que corta todo o centro histórico do município, há anos maculado pelo lançamento de esgotos (a céu aberto). John Parsons, do Solar da Ponte, que o diga! Já o novo diretor-presidente da Codemig, Marco Antônio Castello Branco, confirmou sua pegada cultural, ao patrocinar e inaugurar entusiasticamente a Sala Minas Gerais, o novo endereço da Orquestra Filarmônica, na Estação de Cultura Presidente Itamar Franco, ainda em construção na capital mineira, dedicada à música clássica. “Nada mais coerente e simbólico do que denominar assim esse espaço, pois é a mineração que nos distingue do concerto da federação brasileira.” Pra quem não sabe, foi Marco Antônio, enquanto esteve à frente da Vallourec, quem idealizou, patrocinou e impulsionou a transformação do antigo Cine Brasil no hoje charmoso e concorrido Cine Theatro Brasil Vallourec, revalorizando a Praça Sete, no centro de BH.

Bravíssimos todos eles!
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