Esperança com maiô na Lagoa da Pampulha





Foto: Sarah And Iain

Em meio a tantas outras pastas consideradas mais importantes, 2013 não foi um ano politicamente bom para o meio ambiente. Tanto que a Categoria “Melhor Político”, mesmo em nível nacional, não teve vencedor nem indicação 100% balizada pelos jurados do IV Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade – O “Oscar da Ecologia”, no ano passado. Quem, porém, manteve a sustentabilidade na sua agenda e ainda anunciou uma boa notícia para 2014 foi o prefeito de BH, Marcio Lacerda.
Eleito nesta categoria em 2011, no apagar das luzes de 2013, ele assinou um contrato de empréstimo externo com o Banco do Brasil, no valor de US$ 75 milhões ou R$ 172,5 milhões. Essa dinheirama toda será empregada no desassoreamento e despoluição da Lagoa da Pampulha, além da readequação paisagística de sua orla.
As intervenções integram o Programa de Recuperação da Bacia Hidrográfica da Pampulha (Propam), visando à qualidade ambiental “dois” de suas águas para a prática de esportes aquáticos a partir da Copa do Mundo. Para a população poder nadar, o prefeito preferiu a sinceridade apolítica: “Ainda não será o nível “um” de despoluição que todos desejamos, mas um degrau importante nesta direção”.
O anúncio ocorreu no Salão Nobre da PBH onde, otimista e brincalhão, Lacerda apontou outro sonho companheiro: o de ver, ainda nesta encarnação, a ex-deputada e ex-secretária estadual de Turismo, Maria Elvira, cidadã ilustre e defensora ferrenha da Pampulha, voltar a usar seu prometido maiô quando isso acontecer.
Quem sanear a Pampulha, verá!
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