Turma ecológica

Além de ser o “Homenageado do Ano” da próxima edição do “Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade & Amor à Natureza”, cujo slogan será “A Sustentabilidade na Floresta, no Campo e na Cidade - De Chico Mendes a Chico Bento”, o cartunista Mauricio de Sousa tem outra agenda à frente da Turma da Mônica: ensinar e ajudar as pessoas, desde crianças, com dicas sobre a administração futura das suas finanças pessoais. A ideia, firmada com a Sicredi, uma das maiores cooperativas de crédito do Brasil, é a produção de seis gibis sobre o assunto. E em outubro, a sua turma, hoje presente em 29 países, vai estrear, com personagens interpretados por crianças, mais uma aventura na tela grande: o filme “Laços”.


Piedade hídrica




A primeira experiência em compartilhamento de gestão hídrica, envolvendo uma empresa privada de saneamento, uma Área de Proteção Ambiental (APA) e moradores preocupados com a questão ambiental, está acontecendo no sopé da Serra da Piedade, na histórica Caeté, sob as graças de Nossa Senhora da Piedade, a padroeira de Minas. Trata-se de um convênio recém-assinado entre o Serviço Autônomo de Água e Esgoto  (SAAE) do município e a Associação Comunitária Quintas da Serra (ACQS), cujo objetivo é diagnosticar as nascentes que ainda brotam nas matas ao redor da Serra. E, depois, definir um prognóstico capaz de otimizar a distribuição, o uso sustentável e a regularização das águas ainda abundantes, como por milagre, em meio a tanto verde.

À frente da superintendência do SAAE está o biólogo Renê Renault, ex-secretário municipal de Meio Ambiente, Cultura e Turismo de Caeté, cuja maior experiência foi ter gerenciado, durante três anos, a criação e a gestão da APA-Sul, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Na pauta, a criação de um Conselho Consultivo e um plano de manejo de flora e fauna, por se tratar de uma autossustentável Unidade de Conservação.

Memória ambiental






Na celebração dos seus 18 anos de atividades, realizada com simplicidade no auditório do CREA-MG, na capital mineira, a Organização Ponto Terra foi elegante. Aproveitou a presença seleta do público e prestou uma homenagem aos ambientalistas históricos de Minas Gerais. Quem mais foi reverenciado e agradeceu em nome dos companheiros de luta e ideal, foi o professor Angelo Machado, que preside a Fundação Biodiversitas. Mesmo com problemas de saúde, o decano dos ambientalistas compareceu à homenagem e não perdeu o bom humor: “Na minha idade e condições físicas, subir escada virou esporte radical” – disse ele.

Graças à maioria dos companheiros ali condecorados com o troféu “Laços da Amizade”, como lembraram José Cláudio Junqueira e Roberto Messias Franco, conselheiros da Ecológico, é que Minas e o Brasil têm hoje preservados, para sempre, o Parque Nacional da Serra do Cipó; o Parque Estadual do Rio Doce, chamado de “A Amazônia mineira”; o Parque Municipal das Mangabeiras, a maior área verde protegida de BH; e a Mata do Jambreiro, em Nova Lima, a maior área original de Mata Atlântica que sobrou em toda a Região Metropolitana, dentre outras conquistas verdes.
Também foram lembrados: a Revista Ecológico, que agradece a distinção verde, e Hugo Werneck, in memoriam. E Célio Valle, ausente, que virou fazendeiro e não sai mais do mato, onde diz estar experimentando a sustentabilidade na prática.

Sou Ecológico

Bom exemplo ecológico
O "Prêmio Bom Exemplo" 2018, iniciativa do jornal O Tempo, da TV Globo Minas, da Fundação Dom Cabral e da Fiemg, acertou, mais uma vez, na área ambiental. E, principalmente, fez justiça a quem, mesmo distante da capital e da grande mídia, e já com idade avançada, ainda luta sozinha e sem holofotes pelo que nos resta de natureza. A grande vencedora este ano é a ativista Alice Lorentz Godinho, presidente do Movimento Pró-Rio Todos os Santos e Mucuri, no nordeste de Minas. Amante das águas, a ambientalista é pós-graduada em Gestão e Educação Ambiental e integra o Fórum Mineiro do Comitê de Bacias Hidrográficas. Por sua luta pessoal e atuação como líder pela despoluição e preservação dos rios da região, ela foi homenageada em 2009, pela Assembleia Legislativa de Minas. E, em 2010, pelo “I Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade & Amor à Natureza”, na Categoria “Melhor Exemplo em Terceiro Setor”. Parabéns a ela e aos jurados!Em tempo: Nil César, multiartista e coordenador do espaço cultural Grupo do Beco, no Morro do Papagaio, em BH, também é um dos homenageados do "Prêmio Bom Exemplo" (categoria “Cultura”). Nil é outro que não é um estranho no ninho do “Prêmio Hugo Werneck”: em 2015, abrilhantou o palco da edição da maior premiação ambiental do país ao lado da atriz Kátia Couto (foto à dir.), quando declamaram o poema “Águas e Mágoas do Rio São Francisco”, de Carlos Drummond de Andrade. Aplausos!

Etanol versus gasolina

Foi como o próprio titular da Semad, Germano Vieira, chamou os membros do Instituto Mineiro de Desenvolvimento Ambiental (IMDA) que o visitaram, em seu gabinete. Na pauta, experiência, vivência e apoio técnico-informal na já bem avaliada condução da política estadual de Meio Ambiente em Minas Gerais.

Dados da Fundação SOS Mata Atlântica apontam que o uso de etanol nos carros flex em circulação no Brasil nos últimos 14 anos evitou a emissão de cerca de 440 milhões de toneladas de gás carbônico. Ou seja, de dióxido de carbono (CO2), um dos principais causadores do aquecimento global e, consequentemente, do efeito estufa. Esse índice é maior do que o alcançado no mesmo período, em conjunto por Argentina (209 milhões de toneladas), Chile (87) e Colômbia (85). A expectativa é que cada vez mais brasileiros utilizem etanol em vez de gasolina. Os testes realizados em laboratório mostram que o litro do álcool rende 70%, em média, do litro da gasolina. Porém, um novo estudo do Instituto Mauá e da Única - União da Indústria de Cana-de-açúcar, feito em vias públicas, aponta que esta média pode variar entre 70,7% e 75,4%, uma diferença considerável no bolso do consumidor. Com a palavra, o governo e o próprio setor que não conseguem manter um valor mais acessível do etanol ecológico para a população, em comparação com a vilã gasolina. Quem ganha com isso é a poluição. Quem perde, somos todos nós.


Conselhão do Germano







Foi como o próprio titular da Semad, Germano Vieira, chamou os membros do Instituto Mineiro de Desenvolvimento Ambiental (IMDA) que o visitaram, em seu gabinete. Na pauta, experiência, vivência e apoio técnico-informal na já bem avaliada condução da política estadual de Meio Ambiente em Minas Gerais.


Pedido verde
É uma pena a super-secretária Adriana Branco até hoje não nos permitir acesso ao prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil. É verdade, e ela não explica o motivo. Se deixasse, nessa primeira vez, além de entregar uma camisa ecológica do Atlético a que ele faz jus pela campanha da Revista Ecológico "Clubes Unidos pela Natureza", só queríamos lhe fazer um pedido verde.
Para cada uma das duas mil árvores “condenadas” à morte antecipada na capital mineira, face ao risco de caírem e causarem novas tragédias, ele exigir o replantio de, no mínimo, três novas mudas. Em vez do anunciado “uma por uma”, feito pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente.
Isso equivaleria a uma árvore a mais do que, em 2011, quando o ex-prefeito Marcio Lacerda foi obrigado a fazer o replantio em compensação pelas obras viárias relativas à Copa do Mundo.
Sob críticas, Lacerda não sacrificou apenas duas mil árvores. Retirou da nossa paisagem fervente nada menos que 22 mil exemplares, a maioria em seu maior esplendor visual, incluindo aquelas que haviam se tornado “florestas urbanas", tamanha quantidade de sombra, flores, passarinhos, ar puro e um microclima mais ameno ao redor do cimentado, asfaltado e árido Mineirão.
“Vamos plantar 44 mil novas árvores, com mudas já desenvolvidas, estaqueamento e tudo. Isso é mais que o dobro do que temos de cortar”, prometeu Lacerda. E cumpriu, inclusive participando da maioria dos plantios, o que mudou a opinião pública contrária, e lhe valeu, como reconhecimento, entre outros, a conquista do “II Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade & Amor à Natureza”, em 2011, na categoria “Melhor Político do Ano”.
É esse o nosso pedido a Kalil, que um dia nos disse, quando ainda presidente do Galo: “O que for bom para a natureza, é bom para o Atlético”. Se não puder ultrapassar Lacerda, com um placar de 3 a 1, que sua gestão "marque" pelo menos 2 a 1. Mas nunca 1 a 1, que é empate e não vitória da natureza na história da nossa ex-Cidade Vergel do Brasil.

Grande Bebeto!
Receba também as homenagens da Revista Ecológico! Fomos amigos de infância em Caxambu, pegando as bolas de bocha para os veranistas no Parque das Águas, lembra-se? Foi onde, em meio à natureza exuberante, à “Medicina entre Flores” descrita por Ruy Barbosa, que você deu os primeiros passos em sua carreira esportiva vitoriosa. Vamos sentir sua falta.
Saudações caxambuenses!

Novo gerente de Relações Institucionais da Norte Energia - Usina Belo Monte

Reconhecimento profissional e vida que segue. O capixaba Fernando Künsch, ex-Samarco, considerado o gentleman da comunicação tanto no Espírito Santo, onde começou sua carreira, como em Minas, onde “construiu pontes”, parcerias e amizades além da área de mineração, é o novo gerente de Relações Institucionais da Norte Energia (Usina Belo Monte), em Vitória do Xingu (PA)

.

O amor rouba a cena no VIII Prêmio Hugo Werneck






Cerimônia reuniu mais de 300 empresários, autoridades e finalistas na Fundação Dom Cabral, que se emocionaram com o exemplo e a mensagem ecológica de Lélia e Sebastião Salgado

“Deixa nascer o amor, deixa fluir o amor.” A mensagem da canção “Sal da Terra”, de Beto Guedes, que ecoou no Teatro da Fundação Dom Cabral, em Nova Lima, não trouxe apenas mais emoção à cerimônia do “Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade & Amor à Natureza” deste ano, que teve como tema “A Terra Pede Paz – Atire a Primeira Flor”.

Regida pelo coral da Faculdade de Letras (FALE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a música, cantada em uníssono pela plateia de mais de 300 convidados – entre empresários, autoridades e finalistas – reforçou um convite feito há mais de 2.000 anos pelo Cristo: a humanidade é o sal da Terra, a força do querer bem este que é o mais bonito dos planetas.

“A inteligência do amor é tudo que precisamos. O amor ecológico ao planeta e à humanidade. A paz e a sobrevivência que buscamos juntos, cujos singelos mas multiplicativos e replicáveis exemplos de ‘atire a primeira flor’ conhecemos hoje”, disse Hiram Firmino, jornalista, editor da Revista Ecológico e anfitrião do evento.

A cerimônia atingiu seu ponto alto com a homenagem ao fotógrafo Sebastião Salgado e à diretora do Instituto Terra, Lélia Wanick. Responsáveis pelos registros fotográficos e editoriais mais audaciosos, importantes e esperançosos sobre o estado ambiental do planeta, eles transformaram a paisagem da Fazenda Bulcão, em Aimorés (MG), ao plantar mais de 2,5 milhões de árvores para recuperar a área de 7.000 hectares, antes degradada pela criação de gado. Mais de 300 espécies nativas da Mata Atlântica foram plantadas no local e contribuíram para trazer de volta a água e os animais.

“Eu e Sebastião não conseguiríamos fazer todo esse trabalho sozinhos. Contamos com a ajuda de muitas pessoas, funcionários, voluntários e amigos, que gostaríamos de agradecer aqui. Muito obrigada!”, disse Lélia, que também estava acompanhada de Juliano Salgado, filho do casal e diretor do documentário “Sal da Terra”, indicado ao Oscar de 2015. 

“Reconstituímos um ecossistema que era muito parecido com aquele de quando éramos crianças e fico felicíssimo de receber o prêmio. Foi uma honra imensa estar aqui com todos esses companheiros sonhadores”, afirmou Sebastião, emocionado. Ele também falou da importância de envolver os produtores rurais na preservação ambiental e destacou o mais novo projeto do casal, “um sonho que começou a se materializar há mais de oito anos”: a recuperação do sistema de águas do Vale do Rio Doce. “A água é a essência da vida. Esperamos que este projeto seja um modelo para salvar todas as bacias hidrográficas do Brasil”.



Conheça os vencedores de 2017:


Melhor Exemplo de Iniciativa Individual

Sítio Pindorama, do geólogo Gilson Essenfelder


Melhor Exemplo de Conhecimento Popular

Projeto Fruta de Sabiá, do ambientalista José Renato Resende


Melhor Exemplo de Educação Ambiental

Movimento Ecos, Escola Superior Dom Hélder Câmara


Melhor Exemplo em Biodiversidade

Projeto Uçá, ONG Guardiões do Mar


Melhor Exemplo em Mobilização Social

Projeto Dá Pé, de Estevão Ciavatta/Pindorama Filmes


Destaque Municipal

Projeto Tiradentes Lixo Zero, da Associação Tiradentes Lixo Zero


Destaque Estadual

Projeto Semente, Caoma/Ministério Público de Minas Gerais (MPMG)


Destaque Nacional

Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), Governo Federal/Ministério do Meio Ambiente


Melhor Empresário

Rubens Menin, presidente do Conselho de Administração e fundador da MRV


Melhor Projeto de Parceiro Sustentável

“O Rima Tá na Rua”, da Anglo American Brasil


Homenagem do Ano

Sebastião Salgado e Lélia Wanick

---------------------------------------------------

Saiba mais

Confira o depoimento na íntegra de Sebastião Salgado e Lélia Wanick na edição de novembro da Revista Ecológico, que trará a cobertura completa da cerimônia de entrega do “VIII Prêmio Hugo Werneck”.

Um leão na Fiemg?


Quando o futuro da sucessão empresarial também pode estar escrito nas estrelas

Em carta aberta aos segmentos industriais e seus respectivos sindicatos em Minas que compõem o Sistema Fiemg, o industrial da construção pesada Alberto Salum deu o seu primeiro recado como candidato na campanha à sucessão de Olavo Machado Jr., ano que vem.

“Minhas ideias não são propostas fechadas. Elas só serão consolidadas após o envolvimento e a colaboração de todos os sindicatos. A Fiemg forte e participativa, que é o meu lema, começa com eles.”

Foi o que confirmou, com o seu conhecido perfil sereno e conciliador, mas sem perder a firmeza, o empresário natural de Belo Horizonte, em seu recente encontro com jornalistas: “Além de ouvidor contumaz, sempre fui agregador. Sinto-me habilitado a dar continuidade ao trabalho sério em curso na Fiemg, mas sem continuísmo. Meu propósito é unir, dialogar, ouvir e ajudar os nossos sindicatos a realizarem mais. Ser e dar sangue novo pelo crescimento e rejuvenescimento da nossa federação” – foi o que confirmou Salum, 54 anos, casado e do signo de Leão, ao lembrar sua carreira profissional e os diversos desafios enfrentados sempre sob a  ótica do otimismo, perseverança e crença no futuro.

Atual vice-presidente da Fiemg, ocupando também a presidência dos conselhos de Infraestrutura e Meio Ambiente, Salum já presidiu o Sindicato da Indústria da Construção Pesada de Minas Gerais (Sicepot) por duas vezes, como um dos primeiros executivos da iniciativa privada em Minas e no país a levantar a bandeira da sustentabilidade empresarial, meio ambiente e responsabilidade social juntos: “Temos de buscar o lucro primeiro, sim, em todas as nossas atividades. Mas incluindo também a qualidade de vida e a preservação do planeta para os nossos filhos e descendentes”, enfatizou o candidato.

Foi no quesito astrológico, um item que ainda não consta na prática jornalística, que Salum abriu seu sorriso maior ao final da entrevista coletiva:

- “Sou de Leão!” - respondeu o candidato, a administrar uma entidade com orçamento que alcançou R$ 1,1 bilhão este ano, sendo R$ 600 milhões em receitas próprias e o restante em repasses e convênios com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), somando também parcerias com diversas outras instituições.

- E o seu ascendente?

- “De Leão também!”, completou o empresário, com vistas a um colégio eleitoral que tem 139 votos e representa desde sindicatos pequenos a grandes de variados setores, congregando nada menos que 80 mil empresas registradas na Junta Comercial de Minas Gerais.

Para quem acredita na ecologia natural, na força e influência do Sol e da lua sobre a natureza humana também, Alberto Salum pode ter nos astros um bom e até então impensável e sustentável cabo eleitoral.

Segundo o livro “Os Astros e o teu Destino” (foto ao lado), do cientista brasileiro Francisco Waldner, tido como a “bíblia” no assunto, os nascidos entre 23 de julho a 23 de agosto têm as suas vidas impulsionadas pelo Sol, signo do fogo, sob a dominante também do Sol, o “rei dos astros, de enorme força interior”. Por isso “irradiam, reinam e reanimam. Têm caráter radiante e generoso, espontâneo e sem afetação”. Essa “bondade profunda lhes granjeia simpatias e impulsos generosos. Perto deles cada qual se sente mais compreendido e melhor, mais completo e mais fraternalmente ajudado”.

“São líderes por natureza, com espírito empreendedor e intuitivo. Têm por vocação sair-se bem tanto na vida profissional, como amorosa e familiar. Na qualidade de líderes, patrões” – prossegue o livro – “os leoninos são ponderados, nunca mesquinhos. Estão sempre ao lado de seus homens, por seres generosos e justos.”

A astrologia, enfim, é uma ciência exata para fazer tamanhas e assertivas afirmações? Muitos dos nossos colegas jornalistas, e o próprio Salum,  devem ter feito essa pergunta interior, mais mineira impossível.

O autor do livro também a responde. Segundo Waldner, “os signos não impõem nada. Mas predispõe a...”.

O exemplo maior, para quem não acredita na influência dos astros nem entende o que vê nos céus, está na força da lua. Quando está cheia, vide as maiores marés que provoca, causando o recuo dos mares, ela atrai, faz levantar em sua direção, nada menos que três quartos do planeta que são os oceanos. Por que seria diferente em nós, seres humanos, quem temos, não à-toa, os mesmos 75% de água do planeta em nossos corpos?

É essa, talvez, a variante nova na corrida que se anuncia pela presidência da Fiemg e no destino de seus sindicatos. 

Sem girinos!




Biólogos paranaenses acabaram de descobrir duas novas espécies de sapos no topo das montanhas da Serra do Mar no Paraná: Brachycephalus coloratus e Brachycephalus curupira. Pertencentes ao gênero Brachycephalus, os anfíbios foram localizados na região pertencente à floresta densa atlântica, e foram identificados pelo canto (coaxado).

A pesquisa (publicada na revista científica Peerj) que levou à descoberta foi realizada pela ONG Mater Natura – Instituto de Estudos Ambientais, com o apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. Com medidas que variam de 10 a 12 mm de comprimento, os minissapos sofreram um processo evolutivo chamado miniaturização.

E passaram por outras adaptações específicas no topo das montanhas: as espécies não sabem nadar, têm resistência ao frio, seu desenvolvimento é direto (não passam pela fase de girino) e contam com um número de dedos reduzidos, comparados a outras espécies. 

Êxtase verde


“Um prazer inenarrável!”. Foi assim que o ex-ministro José Carlos Carvalho descreveu, nas redes sociais, sua recente visita ao Parque Nacional das Sequoias Gigantes, na Califórnia (EUA). Lá está a famosa “General Sherman”, considerada a maior e uma das mais velhas árvores do mundo, com mais de dois mil anos de idade, 32 metros de circunferência e 83 m de altura. Uma gigante verde equivalente a um prédio de 27 andares que, antes de ter sido atingida por um raio, já tinha ultrapassado o recorde dos 100 metros de altura. Daí a arroubo justificável do nosso companheiro verde e virginiano, que também tem sobrenome de árvore: “Como engenheiro florestal, gestor público de florestas e meio ambiente, e consultor ambiental, vivi um momento mágico!" – confessou Carvalho.